Você sabia que não beber vinho já foi considerado um problema?

O rei Luís XVI, da França, acreditava que a recusa em beber vinho era um sinal de fanatismo. Em sua última carta, antes de perder a cabeça na Revolução Francesa, o nobre atribuiu a brutalidade política dos revolucionários ao fato do líder Robespierre beber somente água, e não vinho.

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Pesquisas recentes comprovam, beber de um a dois cálices de vinho por dia reduz o risco de doenças cardíacas, como cardiopatia coronária isquêmica, que leva ao infarto, assim como outras doenças. Isto ocorre, principalmente, devido à presença de polifenóis, existentes em maior quantidade nos vinhos tintos.

Estes compostos, em especial o resveratrol, têm propriedades antioxidantes que diminuem a ação dos radicais livres (substâncias geradas nas inflamações, isquemia, estresse, excesso de sol, poluição e cigarros), os quais estão relacionados a dezenas de doenças como câncer, catarata, aterosclerose e ao envelhecimento. Os vinhos tintos também ajudam evitar a destruição de linfócitos, preservando o sistema imunológico e aumentando a resistência das fibras de colágeno que dão elasticidade à pele e aos vasos sanguíneos. Também inibe a atividade dos osteoblastos, que destroem os ossos através de doenças como a osteoporose. 

Os franceses apresentam baixos índices de problemas cardíacos, apesar da dieta rica em gordura e da pouca prática de esportes. O segredo? Um ou dois cálices de vinho tinto durante as refeições, não esquecendo também uma taça de água. Claro que sem exageros.

 

Fontes: 
- Vinho Magazine - nº41 - pág. 27 - Editora Market Press
- Nutrição - Guilherme Franco


Fonte(s): www.vinhosdomundo.com.br/materiais_inf/001_beneficios.htm 

 

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