Ao que parece, o hábito de tomar vinho é mais antigo do que se imagina.

Paleontólogos da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, descobriram manchas de vinho em uma jarra pré-histórica iraniana. A jarra data de 5 500 anos atrás.

Segundo os paleontólogos, ela prova que o homem já produzia vinho quando deixou a vida nômade para fixar residência, começar a plantar e a domesticar animais. Um brinde!

 

Arqueologia

Uma ótima safra de vinhos de 5 500 anos.

Terebintina já era usada no início da civilização.

O jarro de barro achado nas montanhas Zagros, no Irã, estava há mais de dez anos guardado nas prateleiras do Museu da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos. Só agora paleontólogos do museu notaram que seu fundo está recoberto por uma espécie de bolor vermelho escuro. Analisada a substância, eles descobriram que não era nada além de borra de vinho. É uma evidência de que a bebida dos deuses já era produzida há 5 000 ou 5 500 anos — cerca de 2 000 anos antes de qualquer registro de civilização naquela parte do Oriente Médio. 

Segundo a equipe de pesquisadores liderada por Patrick McGovern, a descoberta muda os primeiros capítulos da história da tecnologia. O homem já produzia vinho quando deixou a vida nômade para fixar residência, começar a plantar e a domesticar animais. E conhecia até técnicas de conservação da bebida: a borra contém terebintina, substância vegetal usada para manter o vinho estocado em bom estado. 

Isso pode significar que a bebida era exportada.

Fonte: http://super.abril.com.br/superarquivo/1996/conteudo_39692.shtml

 

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